Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.  Ausência – Carlos Drummond de Andrade 

    Adoro poemas, porque eles conseguem explicar o inexplicável. Eles dão vida, àqueles sentimentos escondidos, mas que teimam vir à tona sem que a gente perceba.

  Esse é um espaço aberto à todos que desejam dialogar, expor seus pensamentos e frustrações, um espaço para quem sabe possamos nos tornar melhores. Sendo assim gostaria de propor alguns princípios:

1. Respeite;

2. Dispa-se de preconceitos;

3. Reflita antes de responder;

4. Esteja aberto à novas idéias e conceitos;

5. Coloque-se no lugar do outro;

6. Sinta-se a vontade para se expressar e dizer o que pensa.

   Esses são princípios que trago sempre comigo. Não são fáceis de exercer, me pego muitas vezes descumprindo-os, mas perceber isso já é um grande passo, quero convidá-los à aplica-los aqui.

 Sintam-se à vontade para concordar e discordar. Contar suas experiências e seus sentimentos. Sei que assim, juntos, dialogando, experimentando o mundo através dos olhos do outro podemos nos tornar melhores.